O EaD no Brasil cresceu exponencialmente nos últimos anos, mas ainda sofre muito preconceito. Para se ter uma ideia, o país teve um crescimento de 300% de alunos matriculados em cursos à distância em 2010 – um número bastante relevante se levarmos em consideração que apenas em 2003, a EaD respondia a apenas 1,27% do […]
Você sabe do que se trata o Abril Verde? É uma campanha que inclusive tem o aval do Governo Federal para que as empresas possam debater e incentivar a Saúde e Segurança do Trabalho nas empresas. Confira 5 ações que podem ser muito úteis para fomentar a cultura de segurança do trabalho nas organizações.
Os pilares do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) são o Inventário de Riscos e o Plano de Ação. Após terminar o Inventário de Riscos, é hora de colocar as mãos na massa e concretizar ações para mitigar os riscos ocupacionais dentro da organização.
Uma das principais vantagens de se ter uma CIPA na sua empresa, para além do fato de estar regularizado conforme os aspectos legais, é que é possível ter uma fiscalização mais eficiente – afinal, são os próprios funcionários, que lidam diariamente com a rotina de trabalho e as máquinas que estão capacitados para lidar com a Saúde e Segurança do Trabalho no ambiente.
No dia 7 de abril, se é comemorado o Dia Mundial da Saúde. Quando falamos de saúde do trabalho, esse deve ser um dos principais pilares das empresas para manter a produtividade e o bem-estar dos seus funcionários – e, assim, protegê-los de eventuais acidentes e doenças ocupacionais.
Desde que o Programa de Gerenciamento de Riscos, o PGR, passou a substituir o PPRA, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, muitas empresas ficaram em dúvida sobre o que é necessário para estar em dia com as suas obrigações legais no que se refere a SST.
As Normas Regulamentadoras (NRs) são essenciais para garantir a segurança e saúde dos trabalhadores. Cada norma tem diretrizes específicas e períodos de validade para certificações, mantendo os profissionais atualizados.
Seja para fazer o dimensionamento ou para saber qual a carga horária do treinamento de CIPA, saber o grau de risco da empresa é um fator determinante. Confira neste post.
Com o arrefecimento da pandemia de Covid-19, muitas pessoas têm se perguntado qual é o futuro da EaD. Será que essa tendência pretende continuar ou foi apenas um modelo adotado durante as recomendações de distanciamento social? Alguns estudos já mostram a resposta.
Com a nova CIPA, muitos gestores, técnicos em Segurança do Trabalho e colaboradores em geral ficaram com dúvidas com relação à carga horária mínima das capacitações. Isto porque a nova regra estipula valores de acordo com o Grau de Risco das empresas – e, para isso, é preciso saber em qual indústria ela se encontra de acordo com o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas).
Com o advento do eSocial, as rotinas de trabalho em termos de SST mudaram. Os eventos da plataforma fazem com que muitos gestores e técnicos em Segurança do Trabalho se perguntem quem deve preencher os dados – afinal, são os responsáveis pela SST da empresa ou os profissionais de RH?
Como se adequar aos novos parâmetros legais que propõe o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) dentro das empresas? Nesse artigo, trazemos um passo a passo do que deve conter e como elaborar um Inventário de Riscos de acordo com o novo texto da NR-1.